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O promotor de Justiça Lincoln Gakiya e do coordenador de presídios Roberto Medina, da Secretaria de Administração Penitenciária. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo Os quatro homens denunciados pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por supostamente integrar um núcleo do Primeiro Comando da Capital (PCC) acusado de monitorar o promotor de Justiça Lincoln Gakiya e o coordenador de presídios Roberto Medina não foram acusados pelo crime de ameaça. Gakiya, promotor que atua no Grupo de Atuação Esp
O promotor de Justiça Lincoln Gakiya e do coordenador de presídios Roberto Medina, da Secretaria de Administração Penitenciária. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo A denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra quatro suspeitos de integrar um núcleo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) detalha a função que cada um deles exerceria no monitoramento do promotor de Justiça Lincoln Gakiya e do secretário de Administração Penitenciária, Roberto Medina. Segund
O promotor de Justiça Lincoln Gakiya e do coordenador de presídios Roberto Medina, da Secretaria de Administração Penitenciária. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou quatro homens por suposta participação em uma organização criminosa armada ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) que, segundo a investigação, monitorava autoridades públicas para subsidiar possíveis atentados. Entre os alvos do grupo estariam o coordenador da Coordenadoria das Un
"Podemos ir para Campos do Jordão, na Colônia dos Oficiais", diz um coronel da PM a um suposto integrante do PCC. Uma fotografia compartilhada em um grupo de mensagens criado para comemorar o aniversário da esposa de um coronel da Polícia Militar passou a integrar a investigação do Ministério Público de São Paulo sobre a relação entre policiais e suspeitos de atuar em esquemas ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Na imagem, segundo os investigadores, aparecem lado a lado o coronel da r
"Podemos ir para Campos do Jordão, na Colônia dos Oficiais", diz um coronel da PM a um suposto integrante do PCC. Mensagens obtidas pela Polícia Federal durante uma investigação sobre doleiros revelam uma relação entre coronéis da Polícia Militar de São Paulo e investigados por suspeita de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC). LEIA TAMBÉM: Viagens, favores e suspeitas de propinas: os bastidores da relação entre coronéis da PM e integrantes do PCC Entre as principais evidências analisada
"Podemos ir para Campos do Jordão, na Colônia dos Oficiais", diz um coronel da PM a um suposto integrante do PCC. Um grupo de mensagens chamado "Viajar Gente Linda" tornou-se uma das peças citadas pelo Ministério Público de São Paulo em uma investigação que apura a relação entre policiais militares e suspeitos de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo os investigadores, foi por meio desse grupo que um coronel da reserva da PM convidou um homem investigado por ligação com a
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